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“Filho, antes de aprender a rezar, aprenda a reconhecer quem te guia. Cada Orixá é uma força da natureza — e você carrega um pouco de cada um dentro de si.”
— Mãe Maria de Ogum
Nota histórica
Zelio Fernandino de Moraes, fundador da Umbanda (Rio de Janeiro, 1908), explicava os Orixás como um prisma: a luz branca de Deus entra por uma face e sai do outro lado dividida no arco-íris de forças que conhecemos como Orixás.
Os Sete Regentes
Os Sete Orixás e Suas Vibrações
Toque em cada Orixá para conhecer sua vibração, sincretismo, saudação e domínio.
Nota da Mãe
“Cada terreiro pode ter pequenas variações de saudação, cor ou dia — isso aqui é a base mais reconhecida e praticada nas casas de Umbanda no Brasil.”
Além dos sete
Algumas casas também cultuam Obaluaê/Omolu (cura, doenças, “médico dos pobres”, saudação “Omulu-yê Tatá!”) como um oitavo Orixá importante. E em muitas tradições, Exu também é tratado como Orixá, não só como entidade.
